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A Woman in Politics

Millennials are changing the future of politics

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A Woman in Politics

22
Out18

As “Fake news” e a Democracia

Hoje em dia, poucos são os cidadãos que se informam pelos canais de informação tradicionais: jornais e TV. É um facto. As redes sociais permitiram-nos estar na nossa “bolha” muito própria a recebermos no nosso feed as notícias que mais se encaixam no nosso perfil. Tudo o que possamos ver fora de isso, ou que vá contra as nossas convições, entendemos como estranho ou como falso. Os jornais, inclusive, não saem ilesos. Numa ânsia por “views” e “likes”, escrevem títulos sensacionalistas, que não poucos os casos não correspondem em nada ao conteúdo da notícia. Podem dizer que se as pessoas se dessem ao trabalho de ler as notícias completas, talvez não se partilhassem inverdades ou “factos alternativos”. Sim é uma verdade. Contudo, já se sabe que os leitores querem informação rápida e preferencialmente gratuita e, como sabemos, o bom jornalismo paga-se.

A semana passada, a Folha de São Paulo avançou que uma parte substancial das fotos partilhadas em grupos de WhatsApp respeitantes às eleições no Brasil, não são verdadeiras. Apesar de em alguns casos serem partilhadas por pessoas que as reconhecem como verdadeiras, em muitos outros casos são propagandeadas por grupos que sabem muito bem o que estão a fazer. E aqui novamente, qual é o problema? As pessoas tomarem tudo como verdadeiro, e não perderem 2 minutos do seu tempo a confirmar a veracidade das informações. E a seguir o que acontece? Voltam a partilhar e a iludir mais os quantos.

O mesmo problema das “fake news” também poderá ter afetado os resultados das eleições nos Estados Unidos, mas mais importante no meu entendimento, os resultados do referendo para o Brexit em 2016.

Para o próximo ano temos 3 eleições em Portugal: Regionais, Europeias, Legislativas.

Não deixemos que as “fake news” interfiram na nossa Democracia!

 

 

20
Out18

Os desenvolvimentos do "Chega"

Pouco tem vindo a público sobre o andamento da recolha de assinaturas para a formalização do partido "Chega" e sobre quem faz parte da equipa de André Ventura.

Contudo, símbolo para o novo partido já existe...

chega.png

FONTE: Página de Facebook - André Ventura 

 

Aguardam-se as cenas dos próximos episódios...Não percam, porque eu também não ;)

18
Out18

Bolsonaro, o “messias” brasileiro

No dia 28 de outubro decorre a segunda volta das eleições presidenciais no Brasil que opõe Jair Bolsonaro pelo Partido Social Liberal (PSL), a Fernando Haddad pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

Na primeira volta, o que pudemos facilmente constatar foi que os partidos do centro saltaram logo fora. E isso é um péssimo sinal, independentemente do país em que ocorresse.

E vocês perguntam: de quem é a culpa? E eu respondo, com outra pergunta: de quem não é a culpa?

Vamos por partes. Quando os partidos se arrastam no poder por anos e fazem “orelhas moucas” às insatisfações dos seus cidadãos, é normalmente isso que acontece, um rompimento (lógico ou ilógico) por parte dos eleitores. Vejamos o que está a acontecer em alguns países da Europa (ex: Suécia, Itália, França), que enfrentam o problema dos refugiados e da imigração. Os respetivos governos pensavam que por não discutirem o tema, que ficava tudo resolvido por “omissão”, só que não é bem assim... É apenas uma questão de tempo, até aparecer um qualquer “Messias” ou “Salvador”que comece a falar nesses problemas e passe a ser a voz desses eleitores. E votar num “Messias” também é um ato democrático, não é?

No Brasil, também acontece isto. Mas, é muito mais do que isto...

É um cocktail explosivo de uma crise económica e de falta de emprego, com uma descrença face à política decorrente da corrupção que tem afetado todo o sistema político, mais particularmente o PT (daí o forte anti-petismo). A isto juntamos um saudosismo dos tempos de ditadura (por Portugal também o há de vez em quando) e uma violência, que em alguns casos, não deixa a dever à de alguns países em guerra. Toda esta “tempestade perfeita” fez com que os brasileiros ansiassem por um “Messias”. E o “Messias” brasileiro apareceu, Bolsonaro de seu nome...

Nesta história, não há inocentes...

17
Out18

Orçamento de Estado – um “descomplicador”

Como qualquer orçamento familiar, o Orçamento de Estado não passa de umas contas de somar e de subtrair. De um lado temos as receitas do Estado, obtidas pela tributação direta ou indireta (vulgo impostos), e do outro lado temos as despesas, das quais as remunerações da função pública e as transferências correntes (pensões, subsídios de desemprego) têm o principal peso. Não é uma crítica, é um facto.

Para quem tiver mais curiosidade sobre as rubricas da despesa e da receita do Estado podem visitar a página Pordata (ver despesa e receita).

O que o Governo faz é um “tira aqui e um dá ali”, consoante naturalmente os seus objetivos do momento (para o ano há eleições, já estão a ver...). No final das contas, convém que o défice esteja abaixo dos 3% do PIB para não atiçarmos os nossos amigos alemães. A dívida (défices acumulados ao longo dos anos) também deveria estar abaixo dos 60% do PIB, mas a nossa já vai nos 120%. Meros detalhes que parecem passar ao lado dos Governos que por lá vão passando...

Agora vejamos, estamos em 2018 e estamos a preparar o Orçamento para 2019. O que fazemos são previsões, porque não sabemos o que de facto vai acontecer em 2019, nem os choques económicos que vão ocorrer (bancos que vão à falência, aumento do preço do petróleo, mais Trumps na política, etc, etc...).

O que se deve fazer então?

Ter muita atenção aos cenários económicos que assumimos no que respeita ao crescimento económico. Contudo, o Conselho de Finanças Públicas alerta que o “cenário macroeconómico subjacentes à proposta de lei do Orçamento do Estado para 2019 não pode ser considerado como o cenário mais provável ou um cenário mais prudente”. Trocando por miúdos, o Governo pode estar a ser demasiado otimista.

Também o que pode acontecer se as projeções derem errado?

O Zé tuga pagar e calar? O normal, portanto...

 

 

17
Out18

O Centro às escuras

Fora avançado na passada semana que um Furacão estaria a caminho de Portugal, o Furacão Leslie. Anunciava-se que o Furacão entraria no continente pela zona de Lisboa, mas a verdade é que a Leslie nos trocou as voltas.

O Centro foi a região mais afetada pelos ventos fortes, já não bastava o que aconteceu pela mesma altura do ano passado. Para além dos estragos materiais provados, centenas de milhares de habitações ficaram sem luz, de Sábado para Domingo.

Hoje, a EDP Distribuição anunciou que apesar de a energia ter sido reposta na maioria das zonas afetadas, que ainda havia um número de 20 mil consumidores sem energia elétrica.

Bem sei, que os assuntos do Orçamento de Estado para 2019 e as remodelações no Governo têm deixado "os do costume" entretidos.

Mas será que se fosse em Lisboa, “os do costume” estariam assim tão silenciosos?

 

17
Out18

Tancos, what else?

Na sequência do furto a Tancos muitos foram os enlaces e os desenlaces que se seguiram, alguns comparáveis aos melhores enredos de Hollywood. Meses após o assalto, o material roubado aparecia miraculosamente, com o que se soube, pelo alto patrocínio da Polícia Judiciária Militar (PJM), o que culminou na prisão preventiva para o diretor da PJM, Luís Vieira.

O “filme” continuou e muito se especulava se o ex-ministro da Defesa, Azeredo Lopes, saberia de toda a encenação... Não passado muito tempo, Azeredo Lopes demitiu-se ou foi demitido (é irrelevante para o caso).

Algumas vozes levantaram-se, e então ao Exército, não “tocava” nada?

Hoje sabemos que a “vítima” é Rovisco Duarte, chefe do Estado Maior do Exército.

No meio disto tudo, eu pergunto: será que se insistirmos muito, saberemos quem roubou as armas?

Aguardo ansiosamente.

15
Out18

Movimentações à direita

Muito se tem discutido os movimentos na direita do espectro político português, nomeadamente, com a criação do partido Aliança de Pedro Santana Lopes, e com o partido Chega de André Ventura.

O primeiro, tanto quanto é do meu conhecimento, ainda aguarda a aprovação do Tribunal Constitucional, e o segundo ainda não apresentou as assinaturas requeridas para a criação de um novo partido.

Falemos, portanto, de algo mais concreto na nova direita nacional, o Partido Iniciativa Liberal (que realmente já é um partido político)... Depois da demissão de Miguel Ferreira da Silva na sequência da trapalhada com a página do partido na rede social Facebook, o Iniciativa Liberal elegeu nos últimos dias o seu novo corpo político, liderado por Carlos Guimarães Pinto.

O seu peso político dependerá do sucesso/fracasso dos anteriores, mas, bem vistas as coisas, a direita vai mexendo...

 

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