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A Woman in Politics

Millennials are changing the future of politics

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A Woman in Politics

27
Mar19

As relações de sangue no Governo

O tema do momento, como certamente já terão percebido, são as relações familiares no governo socialista (e não só).

A imagem que se segue é bastante ilustrativa, mas garantir que se resume a isto é ser-se bastante precipitado. Todos os dias toma-se conhecimento de mais uma "relação" no Governo, para não falar das  relações familiares que proliferam pelas autarquias deste país.

nepotismo.png

FONTE: JN

 

O que nos vale é que temos um presidente tão interventivo e sempre atento aos maiores interesses da nossa Democracia. By the way, era interessante saber o que o Presidente Marcelo pretende fazer/sugerir para impedir o nepotismo em cargos políticos, porque se ficarmos à espera dos partidos para fazer algo, a tendência é piorar.

Fico a aguardar...

 

25
Mar19

Surpresa nas sondagens para as Europeias

Vem hoje na edição do Negócios que “PSD dispara nas intenções de voto e aproxima-se do PS”.

 

A sondagem realizada pela Aximage dá conta que o PS reune 34,1% dos votos na lista liderada por Pedro Marques e que o PSD cujo cabeça de lista é Paulo Rangel passa para 29,1% numa subida meteórica de 10 p.p. face às sondagens anteriores.

 

Eu faço parte dos que consideram que a escolha de Pedro Marques não foi de facto a mais acertada, mas ver que o PSD sobe 10 pontos em 2 meses quando a votação do PS se mantém inalterada, causa-me alguma perplexidade... No entanto, como costumo dizer, a qualidade das sondagens vê-se no dia das eleições.

 

Quem está a fazer contas à vida é o PSD dos Açores. Tu queres ver que o Mota Amaral em 8.º lugar na lista ainda podia ser eleito? Uiui

19
Mar19

O PSD e a intriga do momento

A semana passada saiu a lista de candidatos do PSD às próximas eleições europeias. Após uma breve análise, constata-se que é uma lista que procura transmitir a mensagem de renovação geracional e de paridade entre homens e mulheres. Em suma, é uma boa lista, o que me surpreendeu pela positiva.

 

Contudo, como em toda a distribuição de lugares, há uns que estão satisfeitos e outros nem por isso...

 

O PSD dos Açores sente-se o mais injustiçado nesta história... Depois de Mota Amaral ter defendido Rui Rio (de forma até um pouco ridícula) no Conselho Nacional que discutia a moção de confiança à Comissão Política Nacional, entendia-se que era quase inevitável o apoio de Rio para as Europeias. Porquê? Porque na política não há almoços grátis, e também porque desde há décadas que os Açores e a Madeira nomeiam dois candidatos em lugar elegível.

 

Este ano, Rio decidiu trocar as voltas e optou por dar esse poder a apenas um dos dois. Como há eleições na Madeira, os Açores foram preteridos.

 

Os Açores não se conformam e ponderam boicotar a campanha às Europeias. No domingo Marques Mendes acrescentou que “há apenas um erro [na construção das listas], a exclusão dos Açores de um lugar elegível. Mais do que a quebra da tradição é a e enorme fragilização do PSD/Açores, com consequências previsíveis nos resultados das Europeias e das Legislativas”.

 

Tenho, portanto, algumas dúvidas existenciais... Se houvesse a expectativa de o PSD eleger apenas dois candidatos, para seguir a lógica teria de ser necessariamente um da Madeira e outro dos Açores. Certo? E o resto do país?

 

Para além disso e não tirando mérito a todo o percurso de Mota Amaral, o que é que uma pessoa com 75 anos iria trazer de novo para a Europa? Não havia mais ninguém para além dos “mesmos do costume”?

 

Fica a dica...

17
Mar19

O estado da nossa Direita

A última edição do SOL traz uma sondagem que revela que o PS se encontra longe da maioria absoluta. Por outro lado, também constamos que a soma dos resultados do PSD, CDS e Aliança, não ultrapassa a votação do PS.

O partido Iniciativa Liberal, que ultimamente tanto tem aparecido nas notícias, aparentemente ainda não entra neste campeonato.

 

A nossa Direita a precisar urgentemente de "obras"...

 

sol.png

 

 

15
Mar19

Democracia de qualidade

Aqui vai um excerto do artigo de opinião “Democracia de qualidade” de Nuno Garoupa para o jornal Público. Podem ver aqui o texto na íntegra.

 

1 - A progressiva transformação, em Portugal, da democracia em partidocracia não se pode dizer que tenha sido surpreendente. Era, talvez até, inevitável. Os regimes anteriores, com maior ou menor pendor democrático, sempre se caracterizaram por dois aspetos – predomínio de uma clique endogâmica em Lisboa (a Corte), fruto de um processo de seleção cooptado e não competitivo, e o caciquismo local. Seria, pois, difícil esperar que o regime atual, para mais já longevo, não refletisse essa realidade.

...

2 - A gerontocracia também não podemos dizer que surpreende. É herdeira direta da brigada do reumático. A História repete-se – uma geração chega ao poder cedo em virtude de uma revolução que afasta a geração anterior e depois não cede voluntariamente o poder à geração seguinte. Foi assim em 1926, foi assim em 1974. O aumento da idade média dos deputados e dos governantes até é provavelmente o sintoma menos grave. A presença dos “senadores” nas sinecuras dos regimes, nos estudos principescamente pagos, nos pareceres remunerados a preços internacionais, nos espaços públicos é um sinal muito mais evidente do fenómeno.”

 

É caso para dizer, na mouche!

14
Mar19

Brexit, até quando?

O Reino Unido não aprovou o primeiro acordo para a saída da UE. Esta semana já vimos que o segundo acordo também não agrada, mas que também não querem sair sem acordo. Hoje, também ficamos a saber que o Parlamento britânico afasta a possibilidade de avançarem já para um segundo referendo. 

 

O que querem os britânicos? É a pergunta que se impõe!

 

brexit_cart.png

AUTOR: Patrick Chappatte

 

10
Mar19

O Comunismo vergou-se ao Capitalismo?

Vem no DN uma notícia muito reveladora sobre o estado do PCP: “PCP no banco dos réus por despedimento: É se funcionário enquanto o partido quiser”.

A notícia dá conta que um ex-funcionário do partido, Miguel Casanova, apresentou queixa por alegadamente ter sido despedido de forma ilegal, e tudo, por ser contra a geringonça...

O caso está a ser analisado no Tribunal do Trabalho de Lisboa e numa das audiências, José Capucho (um dos dirigentes do PCP), alega que “é-se funcionário enquanto o partido quiser”.

Esta frase é uma daquelas pérolas da política..É ver que podia muito bem ter sido utilizada pelas empresas a quem o PCP faz a vida negra alegando a defesa dos direitos dos trabalhadores...

Tiques de quem está demasiado próximo do poder?

Shame on you!

 

 

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