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A Woman in Politics

Millennials are changing the future of politics

Millennials are changing the future of politics

A Woman in Politics

01
Dez18

Como anda o “Chega” de Ventura

Tenho seguido a atividade do putativo partido “Chega” na rede social Facebook.

Como os tempos estão a mudar, devemos ter um olho no burro e outro no André Ventura (é uma piada não se ofendam).

Tanto quanto sei, o Partido Chega ainda não existe, porque ainda não foram entregues junto do Tribunal Constitucional (TC) as assinaturas requeridas para a formalização de um novo partido (depois de entregues faltaria ainda a aprovação do TC).

Fiquei assim um pouco espantada quando verifiquei que já existem outdoors a fazer propaganda ao “Chega” de Ventura.

Ventura_face.png

FONTE: Ver aqui

Parece que dinheiro não lhes falta. Já agora, de onde virá?

25
Nov18

O seu a seu dono

De acordo com o Semanário Expresso, os dados apresentados junto do Tribunal Constitucional relativos a 2017 mostram que os parceiros de Geringonça terminaram o ano com saldo positivo. Do outro lado, PSD e CDS terminaram com as contas a vermelho...

No entanto, apenas o BE e o PCP apresentam uma situação confortável. O PCP tem “o maior património imobiliário (€14,7 milhões), a que juntam €4 milhões em caixa e em depósitos bancários”, enquanto que o BE terminou 2017 com “zero crédito bancário” e uma “poupança de 1.2 milhões”.

A situação dos restantes partidos é preocupante, pois estão “em termos contabilístico numa situação que em qualquer empresa seria considerada como de falência técnica”.

 

Quando não se sabe governar uma “casa”, como se pode governar um país?

 

21
Nov18

Populismos na Europa

O The Guardian revela uma análise que desenvolveu ao desempenho dos partidos populistas na Europa, ao longo das últimas duas décadas:

the guardian.png

Como se constata pelo gráfico, o populismo cresceu dos 7% em 1998 para os cerca de 25% em 2018. Alerta-se, assim, que um em cada quatro europeus votam em partidos populistas (sejam de esquerda ou de direita).

Os tempos estão a mudar e os velhos fantasmas da Europa estão a acordar...

Os países em que o populismo será mais prevalente (em 2018) são a Itália, Bulgária, Hungria, República Checa e Polónia. Dos que parecem ser pouco ou nada afetados pelo populismo temos Portugal.

Em suma, valha-nos isso...

18
Nov18

As trapalhadas do "Brexit"

A votação para o referendo do “Brexit” deu-nos uma perceção inicial do impacto que as “fake news” podem ter nas nossas Democracias. A coisa começou mal, e só vem piorando...

Agora, dois anos após o referendo, há um acordo preliminar para a saída do Reino Unido da União Europeia, negociado por ambas as partes. Fala-se num período de transição entre a saída anunciada para 29 de março de 2019, e o mês de dezembro de 2020.

Finalmente, já não era sem tempo, dizem vocês...

Sim, de facto. Contudo, ao que tudo indica, o Parlamento do Reino Unido não aprovará o acordo, o que poderá naturalmente atrasar ou inviabilizar a saída. A Comissão Europeia, por sua vez, desenvolveu paralelamente um trabalho/plano de contingência para o caso dessa situação ocorrer (isto é o que eu chamo de gente precavida...).

Haverá, portanto, três opções possíveis: assinar-se o acordo, não assinarem (e depois logo se vê), ou votar-se um novo referendo (e esperar pelo melhor).

No meio disto tudo, preocupa-me o impasse com a fronteira entre a Irlanda do Norte e a República da Irlanda, que já assistiu a tantos conflitos no passado.

Que aconteça o que for menos mau, é o que se pede...

18
Nov18

O “ensino” das Jotas

As polémicas com Maria Begonha da Juventude Socialista, parece que continuam. Depois de “imprecisões” relativas a um Mestrado em Ciência Política que dizia ter tirado (mas ao que parece não), mais umas “imprecisões” na data de nascimento (pois há um limite de idade para se estar nas Jotas), também se fala em funções que diz ter exercido de consultoria e assessoria, quando afinal era de apoio ao secretariado. Aqui também se juntam uns contratos “duvidosos” com organismos públicos, todos liderados pelos “rosinhas” (coincidências, certamente).

Nota-se que as Jotas estão a fazer um ótimo trabalho a “ensinar” os políticos de amanhã. Experiência, certamente, não lhes faltará!

16
Nov18

PS a caminho da maioria absoluta?

A Eurosondagem de novembro para o Expresso e SIC mostra que o PSD continua a cair tendo 26.8% da preferência de votos, e o PS continua a subir, alcançando os 41.8%.

O PSD está assim a 15 pontos percentuais do PS...

E o resto da Direita perguntam vocês?

Bem, os resultados do CDS também não são nada auspiciosos, tendo caído cerca de 7 décimas. Dos restantes partidos da Direita, Aliança e Iniciativa Liberal, nem sinal deles.

Tratamento de choque, precisa-se urgentemente!

06
Nov18

O PSD e o banho de ética

Rio avançou para a liderança do PSD e anunciou nada mais nada menos que o famoso “banho de ética”. Apresentou-se como um político “sério”, “austero”, e diferente de todos os outros e, com esta visão, o PSD de Rio pretendia conquistar votos ao centro, essencialmente, dos abstencionistas.

De lá para cá o PSD tem-se fragmentado por motivos variados e as polémicas que afetam os "laranja" não têm faltado.

Começou com a escolha de Elina Fraga e Salvador Malheiro para vice-presidentes do partido, quando estavam a braços com alguns processos, na Ordem dos Advogados e na Câmara de Ovar, respetivamente.

Quase na mesma altura, veio a público as “imprecisões” que afetavam o cv de Feliciano Barreiras Duarte, secretário-geral do PSD na altura, e não muito tempo depois Feliciano saiu. Não sem antes o líder do partido dizer que as explicações de Feliciano eram suficientes (basicamente não entendia que houvesse problema algum) e depois acrescentar que tinha sido “um massacre, um exagero” a forma como a opinião pública tinha lidado com este processo.

Meses depois, anunciou-se uma espécie de caça às bruxas no partido. Todas as candidaturas que nas eleições autárquicas de 2017 tivessem ultrapassado o orçamentado pelo Partido teriam de pagar ou estariam a braços com processos na justiça. Todas as candidaturas? Bem, as que o líder do PSD quisesse, porque segundo a liderança do partido “cada caso seria um caso”...

A “nova” do PSD, anunciada pelo Semanário Expresso, refere “Silvano [atual secretário-geral do PSD] com presença em plenários a que faltou”. Para além de ficarmos a saber que a presença em plenários dá um subsídio de 69 euros, ainda tomamos conhecimento que Silvano tenta ir sempre à Assembleia da República, nada mais nada menos para... “assinar a presença”. Louvável e extremamente ético para um deputado e ainda mais para um secretário-geral de um partido.

Questionado sobre a moralidade da conduta do seu secretário-geral, Rui Rio atira que “não belisca o PSD nem fragiliza o deputado. Não é agradável nem positivo, mas esse caso não passa de uma pequena “questiúncula” e pergunta “se isso é mais importante do que o programa que o PSD tem para o país?”.

Eu ia jurar que a parte do banho de ética constava no programa que o PSD tem para a política e para o país, mas parece que também fui enganada.

Veredito final: adeus votos dos abstencionistas!

05
Nov18

Eleições intercalares nos Estados Unidos

O dia de terça-feira será marcado pelas intercalares em que são votados os rostos para o Senado e para a Câmara de Representantes nos Estados Unidos.

Se por um lado, as sondagens dão que o Partido Republicano (partido de Trump) poderá muito provavelmente ganhar o Senado, por outro lado, os Democratas são apontados como vencedores na Câmara dos Representantes.

Qual é o mais importante? Obviamente, que o Senado.

Mas vejamos, até agora os republicanos controlavam as duas câmaras do Congresso Americano. O que mudará com a perda da segunda?

A oposição aumentará o tom das críticas e desenhará novas intrigas políticas no Congresso, a 2 anos das eleições presidenciais norte-americanas. Este facto poderá naturalmente fazer estragos na presidência de Donald Trump...desde que Hillary Clinton se deixe de devaneios e esqueça de vez a ideia de concorrer às eleições em 2020.

 

 

30
Out18

Ventura e o "Chega"

O Correio da Manhã trouxe uma entrevista a André Ventura. Eis algumas frases:

“Ser de centro-direita não é ser apologista do Estado Novo, da violência, ou do ódio. Ser de centro-direita é dizer às pessoas de etnia cigana que têm de cumprir como todos os outros, que deve haver castração química para os pedófilos, enquadrada na lei.” 

“Acho que os casais de pessoas do mesmo sexo não deveriam adotar porque não estão feitos estudos suficientes, e que apoiar a eutanásia é desistir dos cuidados paliativos. O PSD pensa isto mas não quer dizer, porque quer agradar a todos. O Chega vai dizer o que pensa, mesmo em questões fraturantes”.

“Percebo que existam pessoas que não conseguem trabalhar e que têm de ser apoiadas pelo Estado – tenho uma matriz cristã. O que não posso aceitar é que haja uma parte do País que trabalhe para a outra metade.”

“O Chega vai procurar entidades que aceitem financiá-lo dentro da lei...no próximo mês estaremos em condições de entregar 7500 assinaturas, o que em três semanas é um recorde.”

“O fenómeno Marine Le Pen em França, tal como Viktor Orbán na Hungria e de Salvini em Itália, é o que acontece quando nós, democratas, não fazemos o trabalho a tempo. Estas coisas crescem e asfixiam o sistema.”

“Ainda ontem um jornalista ligou-me a dizer que tinha estado a falar com um constitucionalista para saber se era permitido em Portugal um partido como o Chega. E eu fiquei estupefacto. O Chega tem propostas que não se enquadram no texto constitucional, mas o Chega não é anticonstitucional.”

 

Ora bem, se o Tribunal Constitucional der luz verde ao "Chega", uma coisa dou como certa: a abstenção tenderá a baixar...

 

 

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