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A Woman in Politics

Millennials are changing the future of politics

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29
Mai19

‘Banco de Portugal identificou 3 mil operações “ruinosas” para a banca mas não pode tirar consequências’

'O Banco de Portugal juntou mais de 3 mil operações dos bancos ajudados pelo Estado no relatório extraordinário sobre grandes devedores que entregou ao Parlamento. Aí, há informação, como exige a lei, sobre os administradores que tomaram as decisões de concessão e reestruturação dos ativos, como créditos. Só que a autoridade não pode daí tirar consequências de supervisão, ou seja, sobre eventuais implicações de decisões passadas em personalidades que estejam atualmente em funções na banca.'

Se o Banco de Portugal, enquanto regulador, não pode tirar consequências de supervisão, então quem pode?

E, se os portugueses foram chamados a "comparticipar" os negócios ruinosos da banca, não deveriam ter o direito de saber os rostos dos "desfalques"?

Se se preocupassem mais com este tipo de questões depois já não ficavam tão chocados com a abstenção. É que uma coisa implica a outra...

 

 

 

 

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