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A Woman in Politics

Millennials are changing the future of politics

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A Woman in Politics

15
Mar19

Democracia de qualidade

Aqui vai um excerto do artigo de opinião “Democracia de qualidade” de Nuno Garoupa para o jornal Público. Podem ver aqui o texto na íntegra.

 

1 - A progressiva transformação, em Portugal, da democracia em partidocracia não se pode dizer que tenha sido surpreendente. Era, talvez até, inevitável. Os regimes anteriores, com maior ou menor pendor democrático, sempre se caracterizaram por dois aspetos – predomínio de uma clique endogâmica em Lisboa (a Corte), fruto de um processo de seleção cooptado e não competitivo, e o caciquismo local. Seria, pois, difícil esperar que o regime atual, para mais já longevo, não refletisse essa realidade.

...

2 - A gerontocracia também não podemos dizer que surpreende. É herdeira direta da brigada do reumático. A História repete-se – uma geração chega ao poder cedo em virtude de uma revolução que afasta a geração anterior e depois não cede voluntariamente o poder à geração seguinte. Foi assim em 1926, foi assim em 1974. O aumento da idade média dos deputados e dos governantes até é provavelmente o sintoma menos grave. A presença dos “senadores” nas sinecuras dos regimes, nos estudos principescamente pagos, nos pareceres remunerados a preços internacionais, nos espaços públicos é um sinal muito mais evidente do fenómeno.”

 

É caso para dizer, na mouche!

12
Jan19

Petição – “Legislar o poder de os cidadãos escolherem e elegerem os seus deputados”

Está em curso a recolha de assinaturas na petição “Legislar o poder de os cidadãos escolherem e elegerem os seus deputados”.

Como já é mais que debatido, o atual sistema político está velho e mofento. Nas eleições, votamos nos partidos que queremos que nos representem e não nos deputados que consideramos serem os mais competentes para o desempenho das funções. E isso o que é que implica?

Implica que não temos os melhores a representarem-nos.

Nas lutas internas partidárias pelos lugares e lugarzinhos, vemos casos de “compadrio” e são muitas as vezes em que os deputados que nos representam não mostram capacidade para tal. São apenas os mais qualificados em subir na hierarquia das máquinas partidárias. São os verdadeiros profissionais da política.

Vamos, portanto, fazer com que tenhamos uma maior voz na nossa Democracia!

Assinem e divulguem. Por uma Democracia mais representativa!

09
Nov18

A queda do muro de Berlim

A 11 de novembro de 1918 entrou em vigor o Armistício que pôs fim à Primeira Guerra Mundial e que está precisamente a fazer cem anos. A 9 de novembro de 1989 deu-se a queda do Muro de Berlim, símbolo maior da Guerra Fria. Esse dia marcou o início do processo de reunificação da Alemanha e tornou-se o expoente máximo da viragem para um mundo mais democrático.

Vinte e nove anos após a queda do muro é imperativo que se recordem esses dias, para que não se permita o reaparecimento de velhos fantasmas, que já pairam por aí, e para que não repitamos a história negra que, há não muitas décadas, aterrorizou a Europa.

George Santayana dizia: “those who cannot remember the past are condemned to repeat it”…

Que cada um não se esqueça de fazer a sua parte, para que a História não se repita.

 

22
Out18

As “Fake news” e a Democracia

Hoje em dia, poucos são os cidadãos que se informam pelos canais de informação tradicionais: jornais e TV. É um facto. As redes sociais permitiram-nos estar na nossa “bolha” muito própria a recebermos no nosso feed as notícias que mais se encaixam no nosso perfil. Tudo o que possamos ver fora de isso, ou que vá contra as nossas convições, entendemos como estranho ou como falso. Os jornais, inclusive, não saem ilesos. Numa ânsia por “views” e “likes”, escrevem títulos sensacionalistas, que não poucos os casos não correspondem em nada ao conteúdo da notícia. Podem dizer que se as pessoas se dessem ao trabalho de ler as notícias completas, talvez não se partilhassem inverdades ou “factos alternativos”. Sim é uma verdade. Contudo, já se sabe que os leitores querem informação rápida e preferencialmente gratuita e, como sabemos, o bom jornalismo paga-se.

A semana passada, a Folha de São Paulo avançou que uma parte substancial das fotos partilhadas em grupos de WhatsApp respeitantes às eleições no Brasil, não são verdadeiras. Apesar de em alguns casos serem partilhadas por pessoas que as reconhecem como verdadeiras, em muitos outros casos são propagandeadas por grupos que sabem muito bem o que estão a fazer. E aqui novamente, qual é o problema? As pessoas tomarem tudo como verdadeiro, e não perderem 2 minutos do seu tempo a confirmar a veracidade das informações. E a seguir o que acontece? Voltam a partilhar e a iludir mais os quantos.

O mesmo problema das “fake news” também poderá ter afetado os resultados das eleições nos Estados Unidos, mas mais importante no meu entendimento, os resultados do referendo para o Brexit em 2016.

Para o próximo ano temos 3 eleições em Portugal: Regionais, Europeias, Legislativas.

Não deixemos que as “fake news” interfiram na nossa Democracia!

 

 

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Comentários recentes

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    Mas, na legislatura anterior, tinha só um deputado...

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    O PAN elegeu mais do q um deputado

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    a comissão paralamentar vai resolver

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