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A Woman in Politics

Millennials are changing the future of politics

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A Woman in Politics

26
Set19

O debate dos Centenos

Da série “O meu Centeno é melhor que o teu”, Rui Rio desafiou António Costa e Mário Centeno (o original) a debater com Joaquim Miranda Sarmento (o Centeno de Rio) para clarificarem os números da economia/finanças ao país.

Seria de facto interessante que esse debate se realizasse, até para perceber de onde vem a dita folga orçamental do PSD para baixar os impostos. Bem sei, que alegam que seria resultante do crescimento económico, ou melhor, da previsão para o crescimento económico.

Mas se os economistas de todo o mundo (alheios a partidarites) andam para aí a dizer que as economias mundiais estão a estagnar e que Portugal obviamente não será exceção, significa que não vai haver crescimento económico? Certo? Se não há crescimento, não há folga do crescimento económico. E se não há folga, não há baixa de impostos.

Se até eu percebo isto, penso que o debate não ia correr nada bem para o Centeno do PSD.

 

26
Set19

O significado das sondagens

Nos últimos dias têm vindo a público várias sondagens que dão conta de um estreitamento da distância entre o PS e o PSD, em que o PS vem descendo e o PSD segue uma tendência naturalmente contrária.

Não foi preciso muito tempo para surgirem vozes do PSD a dizer que tem tudo a ver com a qualidade dos debates de Rui Rio, que agora que não há intermediários (entenda-se jornalistas) que a mensagem não é deturpada e agora sim os portugueses percebem o que o PSD lhes pode dar.

Não digo que não possa ser isso (muito parcialmente), mas a razão óbvia para estas oscilações tem a ver com o receio dos portugueses de uma maioria absoluta. A última já sabemos como correu...

Portanto, quando numa sondagem o PS estiver mais perto de uma maioria absoluta, mais este será penalizado em futuras sondagens e nas eleições, inclusive. O contrário também acontecerá.

Podemos assim dizer que antes as sondagens influenciavam a intenção de voto porque os eleitores queriam votar nos “vencedores de sondagens”, mas, nos dias de hoje, elas adquiriram todo um novo significado.

17
Ago19

António Costa - Sei o que fizeste há 2 verões passados

O Primeiro-Ministro António Costa falou ontem aos jornalistas à saída da reunião com o Presidente da República. Qual não é o meu espanto, quando de forma insistentemente cínica refere a ausência/férias do PSD e do seu líder, no período de greve dos motoristas.

Sim, Rui Rio é politicamente inábil! Sim, Rio devia ter falado antes e de forma mais assertiva! Sim, o PSD vai ter um resultado trágico nas Legislativas! E sim, Rui Rio vai ser obrigado a deixar a liderança do partido!

Contudo, é constrangedor ver António Costa a criticar as férias do líder do PSD, quando em 2017 (o PS era Governo) decidiu tirar férias para Ibiza, estavam ainda os portugueses a chorar as vítimas de Pedrógão e a assimilar o roubo das armas de Tancos.

Isto lembra-me aquele velho ditado popular que mete pimenta e refresco na mesma frase…

Contenção Sr. Primeiro-Ministro, muita contenção!

14
Ago19

A greve dos motoristas e a hipocrisia do Governo

Mesmo com serviços mínimos e requisição civil em cima da mesa, os abastecimentos continuam a falhar. Agora discute-se a duração de horários de trabalho, com o ministro do Ambiente a recordar que o limite para estes motoristas são as 60 horas semanais. Requisição civil não encurtou a greve - sindicato diz que ela pode durar “dez anos”.”

Desde o início que se percebeu que o objetivo do Governo era de que falhassem os serviços mínimos. Daí o valor estipulado ser tão alto. Porquê? Porque no entendimento de Costa e Companhia se os serviços mínimos fossem elevados maior o risco de não cumprimento. O Governo sairia bem e rápido da turbulência mediática da greve, em busca da tão ambicionada maioria absoluta.

Contudo, estas declarações e a perseguição que estão a fazer aos motoristas é ridícula. Considerar-se que é “normal” que os motoristas possam fazer até 60 horas semanais, não é estar à partida do lado de uma das partes? Lado esse que não é o dos motoristas? Se é normal as 60 horas semanais, também não deveria ser normal um salário base ajustado a esse horário de trabalho?

Realmente está aqui um belo cartão de visita…Parece que o direito à greve faz parte do passado e foi revogado pela própria esquerda. 

11
Jun19

"PS usará a internet para receber contributos para o programa"

12
Mai19

"Redes sociais: consultor do PSD em campanha de perfis falsos"

Eis a notícia que marca a política nacional este fim-de-semana: “Redes sociais: consultor do PSD em campanha de perfis falsos. Usam nomes, fotografias e informação falsa no Twitter e no Facebook. Atingem o governo e até Marques Mendes. Só há quatro pessoas reais em contacto com esta rede. Uma é o consultor do PSD, Rodrigo Gonçalves. Rio reage”.

 

Acredito que todos os partidos de forma mais ou menos evidente façam este tipo de manobras (que como é óbvio é errado). Bem sei que tudo não passará de "ruído" de campanha eleitoral, mas convinha que um partido com a dimensão e história do PSD se expusesse menos a este tipo de situações, que em nada abona a seu favor. Depois da “argolada” com os professores, pede-se um pouco mais de contenção e racionalidade para os lados da São Caetano.

 

By the way, quem é que é que já se manifestou? O PS, pois, está claro: “PS espera que MP investigue envolvimento de militantes do PSD em campanhas de perfis falsos”.

 

Toda esta situação era escusada. A nossa Democracia em nada sai beneficiada com estas "tricas".

 

 

04
Mai19

A crise do Governo e o desaparecimento do PSD

Rui Rio é o único líder dos quatro partidos que aprovaram a contagem integral do tempo de serviço dos professores que ainda não comentou a ameaça de demissão do chefe de Governo, sexta-feira, na sequência da “coligação negativa” parlamentar, conforme António Costa titulou a convergência de posições do PSD, CDS-PP, PCP e VE

 

Ora bem, é fim-de-semana e muito provavelmente Rui Rio ainda não teve disponibilidade para ler o documento que aprovou na quinta-feira...Também pode estar numa encruzilhada em que sabe que muito provavelmente ficou “queimado”, dentro e fora do partido, independentemente de avançar ou de recuar com a proposta...

 

Bem, escolham o cenário mais provável...

 

 

03
Mai19

Os professores, a aselhice da oposição e a queda do Governo

Recupero aqui um post que fiz a 16 de abril ('O "win-win" de António Costa?') acerca da queda do Governo resultante de uma potencial recuperação integral do tempo de serviço dos professores.

 

O tema foi abafado pela greve dos motoristas de matérias perigosas e veio novamente a público com a votação do CDS e do PSD ao lado do PCP e BE. Quem diria...

 

O PSD e o CDS quiseram brincar com o fogo e ficar bem vistos junto dos professores. O défice? Que se lixe o défice quando o objetivo é ganhar uns "votozinhos". Com o ruído que foi criado, arriscam-se agora a ter a opinião pública contra eles e a sofrer fortes consequências eleitorais.

 

Em suma, a política não é para aselhas. 

 

 

 

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